TunaMaria
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Capa álbum
Almada Estudante
TunaMaria
[+ Letra]
Para estudar eu te conheci
E logo me apaixonei
Cidade vestida de azul
Com a bênção do Cristo-Rei

Foi assim que então jurei
Jamais um dia a deixar

Miradouro e Ginjal
Refúgios do meu sonhar

Desgosto trago comigo
Lágrimas deito ao lembrar
Talvez sina ou castigo
Por ter de te abandonar

Almada estudante ficou
E para sempre eu vou honrar

Capa negra que usei
quando cantava ao luar
 
 


Capa álbum
Alma Dividida
TunaMaria / Ricardo Botella
[+ Letra]
De um sonho eu parti
P'ra alcançar a claridade
Minha alma dividi
Descobri outra cidade

De longe vim para estudar
Sem saber o que encontrar
Trouxe no bolso a canção
E o sonho no coração

Um mundo novo encontrei
E sem medo caminhei
Quando o Tejo me abraçou
E Almada me adoptou

De um sonho eu parti
P'ra alcançar a claridade
Minha alma dividi
Descobri outra cidade

Quando apertou a saudade
Instalou-se a tempestada
Um refúgio encontrei
E a angústia afastei

Escolhi para me ajudar
Nestas noites ao luar
O som que em mim ficou
E a minha vida mudou

De um sonho eu parti
P'ra alcançar a claridade
Minha alma dividi
Descobri outra cidade

Do norte cinzento e frio
Que há muito tempo deixei
Trouxe comigo a sombra
Mas pela luz eu me apaixonei

No meu pensamento o campo
O verde e o seu florir
Sinto ainda o cheiro
Das manhãs que me fazem sorrir

Eu trouxe os tons dourados
Da praia da claridade
O sol e os seus raios
Que me curam da saudade

De um sonho eu parti
P'ra alcançar a claridade
Minha alma dividi
Descobri outra cidade
 
 


Capa álbum
Rapsódia de Tarantelas
(vários autores)
 
 


Capa álbum
Noche Cubana
Narciso César Portillo de la Luz
[+ Letra]
Noche cubana, morena bonita de alma sensual
Con tu sonrisa de luna y ojos de estrellas
Boz de sussuro de frondas y arrullo de mar
Besas con brisa y tu abrazo es calor tropical

Noche criolla quien junto a ti non quisiera sonhar
Quien a la luz de tu dolce sonrisa non quiere besar

Negra bonita de ojos de estrellas
En tus brazos morenos
Quiere bibir un romande mi alma boemia, mi alma boemia

Boz de sussuro de frondas y arrullo de mar
Besas con brisa y tu abrazo es calor tropical

Noche criolla quien junto a ti non quisiera sonhar
Quien a la luz de tu dolce sonrisa non quiere besar

Negra bonita de ojos de estrellas
En tus brazos morenos
Quiere bibir un romande mi alma boemia, mi alma boemia
 
 


Capa álbum
Rapsódia de Marchas Populares
(Marchas Populares de Lisboa)
[+ Letra]
(1. Marcha do Centenário)
Toda a cidade flutua
No mar da minha canção
Passeiam na rua,
Pedaços de lua
Que caem do meu balão.

Deixem Lisboa folgar,
Não há mal que me arrefeça
A rir, a cantar,
Cabeça no ar,
Eu hoje perco a cabeça.
Lisboa nasceu,
Pertinho do céu
Toda embalada na fé.
Lavou-se no rio,
Ai ai ai menina,
Foi baptizada na Sé.
Já se fez mulher
E hoje o que ela quer,
É trovar e dar ao pé.
Anda em desvario,
Ai, ai, ai, menina,
Mas que linda que ela é!
(2. Lisboa dos Milagres)
Lisboa vem p'rá rua,
Que o Santo António é teu.
São Pedro deu-te a Lua
E o mundo escureceu.
Comprei-te um manjerico
E trago-te um balão.
Em casa é que eu não fico,
Ó meu rico São João!

Lisboa, gaiata, de chinela no pé
Lisboa, travessa, que linda que ela é
Lisboa, ladina, que bailas a cantar
Sereia pequenina
Que Deus guarda ao pé do mar.

(3. Lá vai Lisboa)
Lá vai Lisboa com a saia cor de mar
Cada bairro é um noivo que com ela vai casar.
Lá vai Lisboa, com seu arquinho e balão,
Com cantiguinhas na boca e amor no coração.
Alcânt'ra de terra e mar que ressoa
Como a voz dos oficinas
Vejam que graça de andar, Madragia
Na cintura das varinas.
Ajuda, nobre colina toda azul,
Terra de alegria por sete.
Com os seus arcos em ogiva
Campolide vai à frente,
Vestidinha de Garret.
(4. Lisboa Antiga)
Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cinco réis, das esperas
E das touradas reais!
Das festas, das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais
Que já não voltam mais.

(5. Lisboa não sejas francesa)
Não namores os franceses
Menina, Lisboa!
Portugal é meigo às vezes
Mas certas coisas não perdoa.
Vê-te bem no espelho,
Desse honrado velho,
Como o seu belo exemplo atrai.
Vai pelo meu leal conselho,
Não dês desgostos ao teu pai.

Lisboa, não sejas francesa,
Com toda a certeza, não vais ser feliz.
Lisboa, que ideia daninha,
Vaidosa, alfacinha,
Casar com Paris.
Lisboa, tens cá namorados
Que dizem, coitados,
Com as almas na voz.
Lisboa, não sejas francesa,
Tu és portuguesa,
Tu és só pra nós.

(6. Cheira bem, Cheira a Lisboa)
Um craveiro numa água furtada,
Cheira bem, cheira a Lisboa.
Uma rosa a florir na tapada,
Cheira bem, cheira a Lisboa.
A fragata que se ergue na proa,
A varina que teima em passar,
Cheiram bem porque são de Lisboa,
Lisboa tem cheiro de flores e de mar.

(7. Lisboa à Noite)
Lisboa adormeceu, já se acenderam
Mil velas nos altares e nas colinas.
Guitarras pouco a pouco emudeceram,
Cerraram-se as janelas pequeninas.
Daí ao Bairro Alto, então galgou
No céu, a lua cheia refulgia
Ouviu cantar o fado, e então sonhou
Que era a saudade aquela voz que ouvia.

Lisboa, andou de lado em lado
Foi ver uma toirada, depois bailou, bebeu.
Lisboa, ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeceu.
 
 


Capa álbum
Sol D'Inverno
Jerónimo Bragança / Carlos Nóbrega e Sousa
[+ Letra]
Sabe Deus que eu quis
Contigo ser feliz
Viver ao sol do teu olhar mais terno
Morto o teu desejo
Vive o meu desejo
Primavera em flor ao sol d' Inverno

Sonhos que sonhei onde estão?
Horas que vivi quem as tem?
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém?

Beijos que te dei onde estão?
A quem foste dar o que é meu?
Vale mais não ter coração
Do que ter e não ter como eu.

Eu em troca de nada, dei tudo na vida,
Bandeira vencida, rasgada no chão!
Sou a data esquecida, a coisa perdida
Que vai a leilão!

Sonhos que sonhei onde estão?
Horas que vivi quem as tem?
De que serve ter coração
E não ter o amor de ninguém?

Vivo de saudades, amor!
A vida perder o fulgor.
Como o sol de Inverno
Não tenho calor...
 
 


Capa álbum
Fado Português
José Régio / Alain Oulman
[+ Letra]
O fado nasceu um dia
Quando o vento mal bulia
E o céu o mar prolongava
Na amurada de um veleiro
No peito de um marinheiro
Que estando triste cantava
Que estando triste cantava
Ai que lindeza tamanha
Meu chão, meu monte, meu vale
De folhas, flores, frutas de oiro
Vê se vês terras de Espanha
Areias de Portugal
Olhar ceguinho de choro
Na boca de um marinheiro
No frágil barco veleiro
Morrendo a canção magoada
Diz o pungir dos desejos
Do lábio a queimar de beijos
Que beija o ar e mais nada
Que beija o ar e mais nada
Mãe adeus, adeus Maria
Guarda bem o teu sentido
Que aqui te faço uma jura
Que eu te leve à sacristia
Ou foi Deus que foi servido
Dar-me no mar sepultura
Ora eis que embora outro dia
Quando o vento nem bulia
E o céu o mar prolongava
À proa de outro veleiro
Velava outro marinheiro
Que estando triste cantava
Que estando triste cantava

Ai, que lindeza tamanha,
Meu chão, meu monte, meu vale,
De folhas, flores, frutas de oiro.
Vê se vês terras de Espanha,
Areias de Portugal,
Olhar ceguinho de choro...
 
 


Capa álbum
Amor
Artur Garcia
[+ Letra]
Quem inventou a saudade
Inventou também a dor
E aquela palavra tão linda
Amor, amor, amor
Amor palavra tão doce
Não sei quem a trouxe
Mas foi deus talvez
Amor, amor
É bem que faz bem
Se o amor de alguém
Não morre de vez

Amar recompõe a alma
Sonhar dá-nos paz e calma
Amor, amor, amor, amor
Vem-me seduzir
Que eu quero sorrir
Mas com mais calor
Amor, amor
Procura ao teu gosto
Dentro do meu peito
Amor só amor
 
 

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